ORATÓRIA PARA PASTORES

CURSO DINÂMICO DE ORATÓRIA PARA PASTORES
Falar em público, falar ao público, falar em festas, coquetéis, eventos, realizações empresariais, falar à tribuna, falar ao púlpito, falar, falar. Por que falar causa tanto medo, tanta angústia a algumas pessoas? Conheci um camelô que vendia seus produtos, cada quinzena um tipo, dentro dos trens do metrô de São Paulo, isso quando era possível, quando durante o dia, fora do horário de pico os trens não eram tão lotados. Presenciei-o vendendo descascador de legumes. Entrava num trem, sempre preocupado com os seguranças que não permitem isso. Entrava num vagão, com uma sacola, vários legumes, cenouras, beterrabas, chuchus, batatas e outros. Abria sua sacola, deixava-a entre suas pernas no chão. Apanhava um “aparelho”, na verdade, um objeto, mas para valorizar, era um “aparelho de descascar legumes para ele”. Tomava uma cenoura e em 3 minutos fazia sua demonstração com uma habilidade que só ele sabia fazer. Na sua fala havia “princípio, meio e fim” sobre o produto, numa consonância incrível com a fala, a palavra certa e os movimentos de suas mãos. Sempre articulando a palavra e os movimentos manuais, sobrava tempo até para piadinhas sobre a dona de casa que usa facão, usa peixeira para descascar uma batatinha. Muito próximo à parada seguinte do trem, ele partia em direção aos passageiros do vagão. Vendia, cobrava, dava troco, corria, enrolava sua sacola e desembarcava na estação à frente. Certa vez, perguntei-lhe como era sua técnica. Respondeu-me que estudava o assunto incansavelmente em sua casa e, só saia para vender quando tinha certeza que não ia errar. O processo de falar em público é muito mais simples do que a “oratória” de vendas que usam os camelôs. Basta estudar o assunto, ter certeza de que o que vai falar interessará aos espectadores e aos ouvintes. No entanto, de nada vale estudar o assunto se, as palavras não saem fluentemente, se o vocabulário for pobre, se o banco de dados, de sinônimos e antônimos for restrito à meia dúzia de palavras. Quando se fala da oratória de pastores, muitos apegam-se as repetições exageradas dos jargões e palavras como “aleluia” – Oh! Glória! – colocadas fora de hora, simplesmente para tentar preencher o “branco” (vazio) que fica entre uma conclusão e outra. Usar o púlpito, tribuna, ou mesmo a Bíblia como muleta de apoio em trejeitos desconfortáveis e desconexos revela a insegurança do palestrante. Não é porque a oratória é sobre a “Palavra” e é dentro de uma igreja que não haverá críticas ao orador.
PROGRAMA - DOIS MÓDULOS
MÓDULO 1 – RELACIONAMENTO HUMANO
Apresentação pessoal – interna – externa - Regras & Acordos - Fases experimentais - Comunicação
Programação dos sentimentos básicos - Sentimentos secundários - Formação da personalidade -Organização pessoal
MÓDULO 2 INTRODUÇÃO À ORATÓRIA
Por que o medo de falar em público? - Prepare-se para falar em público. - A fala convence. - Princípio, meio e fim. - Vitalize a palestra.
Falar em público sem traumas. - Bem aventurado, o pregador que encurta sua apresentação. - Que modera a voz, que não grita.
Que coloca bem as palavras. - Que não se apoia na tribuna, no púlpito ou na Bíblia.
Valorize a pregação. - Prepare-se para imprevistos. - Cuide da voz. - Evite debates.
Não aponte com o indicador ou com a Bíblia. - Não bata na Bíblia. - Cuidado com os gestos.
Evite cinismo, sarcasmo comparações de religiões. - Evite arrumar o paletó, a gravata, enxugar o rosto com toalha.
Lembre-se, a irmandade não vai à igreja para apanhar do pregador. - Lembre-se, há crianças e idosos na igreja.
Fale e ouça ao mesmo tempo.
Fone: 14-3623 2030 - 14 - 99 709 9528
